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RECUPERAÇÃO DE VOÇOROCAS

VOÇOROCA DO CÓRREGO DO CRAVO

Depois de mais de nove meses de trabalho Intenso, ficam aos olhos vistos o grau de recuperação da Voçoroca do Cravo localizada na entrada principal de Nazareno. A área com onze hectares é a segunda voçoroca a receber ações de recuperação dentro do município. A primeira área controlada foi a Voçoroca Lar do Idoso, com aproximadamente oito hectares e localizada a menos de 30 metros das dependências do asilo, nas margens da rodovia MG 332 que liga Nazareno a Ibituruna. Segundo o engenheiro agrônomo Rogério Resende Ferreira, que coordenou as ações, “Os trabalhos da Voçoroca do Cravo entraram em estágio avançado de reabilitaçãoe já se encontra visível a cobertura vegetal da parte superior, que além das sementes de gramíneas e leguminosas, recebeu também 3800 mudas de árvores.”

Os serviços iniciaram em maio de 2007 com a reforma do cercamento da área e o retaludamento manual das encostas, que consiste na quebra das cristas dos barrancos, retiradas dos ângulos negativos e suavização da declividade. Em agosto foi a vez da parte mais pesada de retaludamento com o apoio de uma escavadeira hidráulica que conseguiu mudar a paisagem, suavizando-a e preparando-a para os plantios. O maquinário também fez a drenagem externa permitindo que toda a água pluvial que escorre pelas áreas de contribuição no entorna da voçoroca fosse conduzida para locais seguros e infiltrasse no solo através das barraginhas.

A seguir foram colocadas barreiras feitas de mourões de eucalipto, chamadas paliçadas, para conter a terra do retaludamento e diminuir o assoreamento dos corpos d`água. Usamos também retentores de sedimentos feitos com capim seco e tela, para servirem como filtros retendo a terra e dando passagem somente para a água que cai no interior da voçoroca. “Estes procedimentos são fundamentais, pois controlam o processo erosivo do local”, ressaltou Rogério.

 

 

 

De dezembro de 2007 a fevereiro de 2008, uma equipe de cinco pessoas, plantaram na parte superior da voçoroca sementes de gramíneas como Braquiária decumbens, Milheto, Aveia preta, Andropogon e leguminosas Arachis pintoi, Guandu, Crotalária, Leucena e Lab-lab). Trabalho feito de forma manual usando técnicas de rapel e escalada nas partes mais íngremes. Nos meses chuvosos de 2008/2009 foram plantadas 3.800 árvores de 38 espécies como Abacateiro, Ameixa, Angico amarelo, Aroeira branca, Aroeira salsa, Aroeira vermelha, Canela, Cássia carnaval, Cássia ferruginosa, Cedro, Cinamomo, Cutieira, Fedegoso, Goiabeira, Guapuruvu, Ingá, Ipê branco, Ipê mirin, Ipê roxo, jacarandá mimoso, Jatobá, Leucena, Manga, Mutamba, Murta, Óleo Balsamo, Orapronobis, Palmeira Jussara, Pau F erro, Pitanga, Pororoca, Quina de São Paulo, Sansão do campo, Tamboriu, Tambu e Trenas, mudas produzidas no viveiro do Projeto.

PLANTIO DE ESPÉCIES ARBÓREAS NA VOÇOROCA DO CRAVO
Na segunda quinzena do mês de outubro de 2008 iniciaram o plantio de espécies arbóreas na voçoroca do cravo.

 

 

Vejam as espécies plantadas:

Espécie

15/10/2008 28/10/2008

30/10/2008

31/10/2008

Jatobá

50 60

100

150

Ipê Branco

120

Urucum

20

Ipê Roxo 

80

Ameixa

5
Flamboyant Mirim 10

Ipê Mirim

50
Cipó São João 109

Angico Amarelo

40

46

Leucena 10 36

Angico Vermelho

20
Óleo Bálsamo 10

Tambu

136

50
Cedro 22

Aroeira Vermelha

30

Araribá 30

Graviola

14

Tamboriu 11

Pau Ferro

150
Cássia Carnaval 50
TOTAL

1310

 

Agentes ambientais coveando, plantando e adubando espécies arbóreas e plantio de gramíneas e leguminosas.


Lote 02 da voçoroca do cravo 100% plantado com sementes de gramíneas e leguminosas.

Em comparação com avaliações anteriores, o estudo revela que a degradação do solo tem afetado novas regiões desde 1991, enquanto que algumas áreas historicamente muito degradadas foram tão afetadas que agora estão estáveis, por terem sido abandonadas ou exploradas com baixo nível de produtividade.
Os dados sobre a degradação do solo em nível mundial são parte do estudo apresentado pela FAO, pelo Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente (PNUMA) e pela Informação Mundial do Solo (ISRIC). O estudo se chama Avaliação da Degradação do Solo em Zonas Áridas (LADA, em inglês) e foi financiado pelo Global Environment Facility.
Mas as notícias não são apenas ruins. A pesquisa identificou uma série de lugares onde o solo é utilizado de forma sustentável (19% das terras agrícolas) ou se está alcançando maior qualidade e produtividade (10% dos bosques e 19% dos pastos). Muitos dos avanços em terras agrícolas estão associados à irrigação, mas também há exemplos de melhoras em terras agrícolas e pastos nas pradarias e planícies da América do Norte e Índia Ocidental. Alguns dos avanços são resultado de aumento da cobertura florestal, seja com plantio de florestas, em especial na Europa e América do Norte e com algumas projetos de bonificação de terras, por exemplo, no norte da China.
No entanto, algumas das iniciativas positivas se baseiam na invasão de áreas agrícolas e pastos por florestas e arbustos, o que por regra geral não é considerado melhoria do solo. O estudo mostra que a degradação da terra continua sendo um assunto prioritário que requer atenção renovada dos cidadãos, comunidades e governos.

O ranking por país por população rural afetada com a degradação dos solos é:
1- China (457 milhões de pessoas)
2 – Índia (177 milhões de pessoas)
3 – Indonésia (86 milhões)
4 – Bangladesh (72 milhões)
5 – Brasil (46 milhões)

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MAPAS DE VOÇOROCAS

Mapa de Voçorocas da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Grande. GD1

 

Mapa de Voçorocas da Bacia Hidrográfica do Rio das Mortes. GD2

 

Viveiro 

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